Já escrito

domingo, 24 de outubro de 2010

O teatro e as estréia

Cada dia uma nova entrada ,
A cada passo um novo jeito de caminhar
Sem tanto sentido  a vida se esquia , numa lenta preguiça
Imbuída de toda e possível  letargia
Animada pelas cordas do violão de Caetano
Ninada pela doce voz de Betânia
Ela se faz , se molda
Ela tenta
No intento pálido de dar densidade ao caminho
De se fazer menos flutuante
De enfim palpar
Sentir, beliscar a pele úmida do medo, a gélida certeza da impotência
 A vida, o tempo, os anjos cochos todos se igualam em inveja ..
Todos se calam em contemplação ao fim
Todos se igualam em silencio
Por medo, por credo,
Por desprezo

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