Numa prisão pessoal tento me dispreender destes vicios cotidianos
Estes que nos põem em submundos paralelos das vidas que gostariamos de ter
Arrastados pelos sopros mais infames daqueles que insistem em nos conduzir na direçãocontraria
Aqui parada, sem possibilidade de mudaça, sigo sendo levada
Levando comigo o sonho de ver minhas amarras rompidas.
Penso nisso, eterneço-me mas não sossego nunca
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